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sábado, maio 02, 2009

Nietzsche - Zaratustra

“Felizes estes sonolentos, que em breve adormecerão”
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“Há sempre um pouco de loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.”
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“O Tu é mais antigo do que o Eu; o Tu está santificado, mas não o Eu: é por isso que o homem se afadiga ao redor do próximo”
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“Deus é uma hipótese, mas quero que a vossa hipótese se limite ao concebível. Podeis conceber um deus – Mas que isto signifique a vossa vontade de ser verdadeiro. Para que tudo se transforma em uma coisa concebível, visível, sensível para o homem! Deveis pensar em vossos sentidos até o fim!”
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“E ultimamente ouvi-o dizer estas palavras: Deus morreu por causa de sua piedade pelos homens”
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“Mas todos os criadores são duros”
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“Pregadores da igualdade, é o delírio tirânico da impotência em que vós reclama a igualdade, os vossos mais secretos desejos de tirania ficam assim mascarados com a palavra virtude”
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“E aquele que busca o conhecimento deve aprender a construir montanhas! Deslocar montanhas é bem pouca coisa para o espírito, sabíeis isto?”
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“As coisas são assim entre nós três. No fundo, só amo a vida – e, na verdade, nunca a amo tanto quanto a odeio!


Mas se sou favorável à sabedoria e muitas vezes demasiado favorável, é porque ela me recorda muito a vida”
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“Ainda que seja terrível, falemos destas coisas, ó sábio entre os sábios. Calar é pior: todas as verdades caladas se tornam venenosas”
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“Sabemos muito poucas coisas e somos muito maus alunos: torna-se portanto necessário que mintamos”
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“Se se tira ao corcunda a sua corcunda, tire-se-lhe ao mesmo tempo o espírito – assim fala o povo. E se se dá vista ao cego, ele verá demasiadas coisas más à face da Terra, de tal forma que há-de amaldiçoar aquele que o curou. E aquele que dá pernas também aos seus vícios as adquirem – como diz o povo a propósito dos doentes. E é porque Zaratustra não há-de aprender com o povo – se o povo aprende com Zaratustra?”
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“E quem não quer morrer de sede entre os homens deve aprender a beber em todos os copos; e quem quer permanecer puro entre os homens deve aprender também a lavar-se em água suja”
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“Tudo o que é direito mente” – murmurou um anão, com um tom de desprezo. “Toda a verdade é curva, o próprio tempo é um círculo”
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“Desejar, para mim, é já ter-me perdido”
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“Passo no meio deste povo e olho com os olhos bem abertos: não me perdoam não invejar as suas virtudes”
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“Os homens das meias medidas estragam o que é inteiro”
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“Não roubarás! Não matarás” – outrora tinham-se estas palavras como sagradas; diante delas dobrava-se o joelho, inclinava-se a cabeça e tiravam-se as sandálias
Mas pergunto-me: onde é que houve no mundo melhores ladrões e melhores assassinos do que estas palavras?
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A própria vida não contém em si o roubo e o assassínio? E a santificar estas palavras, não se matou a própria verdade?
Ou não seria pregar a morte santificar tudo o que contradizia e desencorajava a vida? Ó meus irmãos, quebrai, quebrai-me essas velhas tábuas!”
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Por que é que escolhemos caminhos! São todos iguais!”
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“Querer liberta: porque querer é criar: é isto o que eu ensino. E não deveis aprender senão para criar!”
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“Tenho necessidade de leões que riem!”
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“O pior é necessário para o melhor do Além-homem”
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“A dor faz cacarejar galinhas e poetas!”

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Um comentário:

Eduardo disse...

“Querer liberta: porque querer é criar: é isto o que eu ensino. E não deveis aprender senão para criar!”

A minha favorita e mais idealizada...

Parabéns pelo blog.

Eduardo - Juquitiba

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