“Até logo companheiro,
Guardo-te no peito e te asseguro:
Nosso afastamento é passageiro
É sinal de um encontro futuro
Adeus, amigo, sem mãos nem palavras.
Não faças um sobrolho pensativo.
Se morrer, nesta vida, não é novo,
Tampouco há novidade em estar vivo.”
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quinta-feira, maio 24, 2007
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