"Uma extensa fronteira separa as exigências de um "early adopter" das de um consumidor "cético". Os telemáticos "early adopters" buscam superioridade tecnológica e não se importam com preços. Os demais consumidores, os ditos "conservadores", atrasam-se na adoção da novidade porque buscam confiabilidade e simplicidade - ligar, usar e não falar mais nisso. "o mundo do consumidor é muito diferente do mundo high-tech dos viciados em tecnologia e dos que experimentam os produtos e escrevem sobre eles na mídia, escreve (Donald A.) Norman.
(...)
A tecnologia pode dar a ilusão de integrar as pessoas, mas não necessariamente aguçar o espírito crítico. Aí reside um risco: o de que no próximo século a maioria das pessoas vivam "on-line" entre si e "off-line" consigo mesmas ou em relação às raízes do conhecimento. Num cenário de paradoxos e extremos, como conciliar o que é tecnologicamente prioritário, eletronicamente útil e financeiramente possível? É uma pergunta para reflexões temporárias, não para definições universais. "
Villas Boas, Sérgio. Gazeta Mercantil,Caderno Fim de Semana, 07/08/1999.
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domingo, janeiro 07, 2007
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